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Monday, November 14, 2011
Sigo palavras e busco estrelas O que é que o mundo fez Pra você rir assim Pra não tocá-la, melhor nem vê-la Como é que você pôde se perder de mim Faz tanto frio, faz tanto tempo Que no meu mundo algo se perdeu Te mando beijos Em outdoors pela avenida E você sempre tão distraída Passa e não vê, e não vê
Fico acordado noites inteiras Os dias parecem não ter mais fim E a esfinge da espera Olhos de pedra sem pena de mim Faz tanto frio, faz tanto tempo Que no meu mundo algo se perdeu Te mando beijos Em outdoors pela avenida Você sempre tão distraída Passa e não vê, e não vê
Já não consigo não pensar em você Já não consigo não pensar em você - Os Paralamas do Sucesso
Posted at Monday, November 14, 2011 by Nay
Friday, July 29, 2011
Every time I feel alone I can blame it on you And I do, oh You got me like a loaded gun Golden sun and sky so blue, oh
We both know that we want it But we both know you left me no choice
Chorus: (Chaque fois que tu t'en vas) You just bring me down (Je prétends que tout va bien) So I'm countin' my tears 'Til I get over you
Sometimes I watch the world go by I wonder what it's like, (ho-oh) ooh To wake up every single day Smile on your face You never tried (You never tried)
We both know We can't change it But we both know We'll just have to face it
Chorus: (Chaque fois que tu t'en vas) You just bring me down (Je prétends que tout va bien) So I'm countin' my tears 'Til I get over you
If only I could give you up But would I want to let you off Of this soapbox, baby, yeah
We both know that we want it But we both know You left me no choice
Chorus: (Chaque fois que tu t'en vas) You just bring me down (Je prétends que tout va bien) So I'm countin' my tears 'Til I get over you
We both know that I'm not over you
I'm not over you
French lyrics translation* Chaque fois que tu t'en vas, je pretends que tout va bien: [Whenever you leave, I claim that all is well Every time you walk away, I pretend that I'm okay.]
-Michelle Branch
Posted at Friday, July 29, 2011 by Nay
Wednesday, July 06, 2011
- O beijo, de Gustav Klimt (1907-8)
Posted at Wednesday, July 06, 2011 by Nay
CANTO DOS CANTOS DE AMOR VII
É noite em meu leito, Madrugada em meu peito E tu não estás... Percorro os becos, as luas, constelações, Mas não encontro aquele que me traz a paz, O que me faz sentir a vida, Belo como o girassol, Com as formas de guerreiro grego E a força de rei piedoso.
Aquele cujos olhos enxergam além do que me vejo, O que tem a voz de lã de mil rebanhos, E a boca de morangos silvestres. Aquele – amado meu - que tem o peito de armadura, A coragem de exércitos E a beleza do cisne. O escolhido entre os escolhidos, Que me faz delirar com os olhos, Com a mão estendida, O calor e a palavra amiga.
É noite, e o cheiro dos teus perfumes vela meu sono. Sonho com tua pele de incenso e mirra, Teus carinhos de bálsamos, que me brotam nascentes. Os aromas e beijos que inebriam como vinho, Que adoçam como o mel, E a língua de canela, tempero das minhas noites.
É tarde, e um jardim perfumado de pétalas de tua boca Exala odores de madressilva, Onde busca alento o beija-flor do meu amor.
Leva para longe teus olhos, que me desconcertam, Desatinam-me, mas não me despertam, E quero estar contigo, amado amigo! Correr por teus pêlos de trigais, Adornando os braços de marfim, É como me perder em lençóis de puro linho E travesseiros de cetim.
É nas pétalas de teus lábios de vinho Que matarei a sede de teus beijos. Inunda-me das tuas vinhas!
Acorda-me, amado, que já é dia! A madrugada me foi cruel, E não há versos para roubar promessas, E nem há sonhos de me trazer tuas mãos...
Lílian Maial
Posted at Wednesday, July 06, 2011 by Nay
Monday, June 27, 2011
Hoje eu queria conseguir escrever sobre o quanto dói o que me dói.
São lembranças ruins seguidas de notícias ruins.
Pior do que lembrar é perceber que esqueceu.
Que o dia passou e você não lembrou do que deveria sentir.
Que não lembrou de como deveria reverenciar o dia. Este dia.
Mas o tempo da inspiração passou.
Passou a mão leve na caneta, o compromisso da tinta.
Passou a facilidade das verdades e passou a originalidade.
Hoje, só o que restou foi a dor.
Dor esta que dói. Dói. Dói... dói.. dói... dói...
Posted at Monday, June 27, 2011 by Nay
Toda relação de dependência é ambíguamente dependente.
Há a dependência das mãos e dos dedos pequenos. Há a dependência do sabor. E acima de tudo, há a dependência do sorriso... Esse sorriso que cativa e acolhe. Sinto-me logo em casa. Em paz.
Queira eu que esta dependência de teu sorriso logo desapareça. Queira eu que teus olhos não mais se debrucem sobre os meus com a emergênte calma e atenção que comumente recaem.
Se tu, guri, simplesmente não mais me sorrisse... que feliz eu seria... Poderia voltar à ignorância do não reconhecimento do esplêndido ato da tua existência... Ai poderia voltar a ser como sempre fui. Uma feliz ignorante da luz que sai de tua boca e do mar que vaza dos teus olhos...
Posted at Monday, June 27, 2011 by Nay
Monday, June 20, 2011
Mas é o que você faz Tranca todo seu passado numa espécie de porão dentro de você, passa a chave e joga fora. Daí você conhece alguém especial e tudo que você quer e entregar a chave e deixar aporta aberta para a luz entrar e limpar tudo E soltar os demônios. Mas não da. Você esta preso no porão e ninguém sabe,ninguém te conhece. Você esta preso no porão e vai ficar lá pra sempre.... Ah Se eu tivesse uma borracha bem grande para apagar tudo! Começando por mim...
Posted at Monday, June 20, 2011 by Nay
A vida é feita de Som e Fúria... E no fim, não leva a nada"
-Shakespeare
Posted at Monday, June 20, 2011 by Nay
Sunday, June 19, 2011
2º tempo de uma mesma idéia...
“Um silêncio grande envolve o mundo.
Contudo, a voz que me aflige continua a
mergulhar-me nos ouvidos, a apertar-me
o pescoço (...) explico a mim mesmo
que o que me aperta o pescoço não é
uma voz, é uma gravata.”
-Insônia, Graciliano Ramos.
Posted at Sunday, June 19, 2011 by Nay
Cheguei a pensar que a felicidade fosse impossível...
Não é que pode?!
Posted at Sunday, June 19, 2011 by Nay
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